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O PRINCÍPIO DA INQUIETAÇÃO - com a convidada Raquel Marinho

 


O Princípio da Inquietação é um podcast onde pensar é um verbo que se exercita a sós e em conversa. Filósofos nacionais e internacionais refletem em voz alta sobre o medo, enquanto Catarina G. Barosa, fundadora do Festival Internacional de Filosofia, Espanto, e David Erlich, professor e escritor, recebem convidados de várias áreas para diálogos sem rede. Aqui, as certezas são questionadas e a dúvida ganha estatuto de virtude. O objetivo é praticar a nobre arte de pensar, mesmo que isso conduza não a respostas, mas a novas perguntas.



Convidada:
Raquel Marinho nasceu em Luanda, em 1974. Começou a sua carreira como jornalista, tendo passado pela TSF, TVI e SIC, onde trabalhou durante mais de duas décadas. Em 2014, criou O Poema Ensina a Cair, projeto dedicado à divulgação da poesia.
Ao longo dos anos, levou a poesia para diferentes formatos – podcasts, rádio, eventos e redes sociais – sempre com o objetivo de aproximar a literatura do público. Em 2020, lançou o podcast O Poema Ensina a Cair, que em 2021 venceu o Prémio de Melhor Podcast Português de Arte e Cultura no PODES. Criou e apresentou projetos como Ambos na Mesma Página na Antena 2, Museu Infinito na Casa Fernando Pessoa e A Noite Inédita (leitura de poemas inéditos de autores portugueses), consolidando a sua presença na divulgação da literatura.

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Redes Sociais sobre o Projeto "O Poema Ensina a Cair":

WOOKACONTECE: Entre espíritos e polvos – livros que deram filmes.

Nunca é tarde para ler o livro que projetou Isabel Allende para a fama internacional. A Casa dos Espíritos (1982) é uma saga familiar intensa que acompanha quatro gerações da família Trueba, entrelaçando as suas vidas com a História política e social do Chile ao longo do século XX. Tudo começa com Clara del Valle, uma menina sensível e clarividente, que prevê acontecimentos e comunica com espíritos. Após a trágica morte da irmã, Clara deixa de falar — e só volta a fazê-lo para anunciar que se vai casar com Esteban Trueba, um homem ambicioso e autoritário. Esteban constrói um império rural e impõe a sua vontade com mão de ferro, mas nunca consegue dominar Clara, cuja serenidade e ligação ao invisível mantêm a família unida. Ela, a filha Blanca e a neta Alba vão formando um elo de resistência e ternura. Com a chegada da ditadura, a memória torna-se essencial para sobreviver.
Permeada pelo realismo mágico, esta é uma história sobre poder, amor, perda e sobrevivência, um retrato de como o passado molda o presente.
Onde ver?: Amazon Prime
Data de estreia: 29 de abril de 2026






Tova limpa aquários de noite para não pensar no filho desaparecido no mar há trinta anos. Marcellus, o polvo-gigante-do-pacífico com quem partilha o silêncio, sabe o que ela não sabe — e vai usar cada um dos seus oito tentáculos para lho dizer a tempo. A narrativa alterna entre as duas vozes: a de uma mulher que aprendeu a viver à volta da dor, e a de uma criatura que, por princípio, despreza os humanos que o prendem — mas que faz uma exceção, por ela. Ao longo das páginas, os segredos de Erik, o filho perdido, vão emergindo, revelando como é importante encarar o passado para que o futuro ganhe novas dimensões.
Onde ver?: Netflix
Data de estreia: 8 de maio de 2026












Hannah quer conquistar Justin, mas carrega um passado que a faz duvidar de si própria. Garrett Graham, o capitão da equipa de hóquei no gelo, não quer perder o seu lugar na equipa, pelo que precisa de subir a média académica. O pacto que fazem parece simples: ela ajuda-o a estudar, ele ensina-a a ser mais confiante. Mas este jogo tem mais surpresas do que qualquer um dos dois esperava. Um romance universitário com desfechos imprevisíveis.
Onde ver?: Amazon Prime
Data de estreia: 13 de maio de 2026
















Margo Millet entrou na universidade sem plano e saiu com um bebé, uma dívida e a certeza de que ninguém a vai salvar. Filha de uma empregada de mesa e de um lutador profissional reformado, aprendeu cedo que a vida não oferece atalhos — e um romance com o professor de Literatura Inglesa veio confirmar isso da pior maneira possível. Aos vinte anos, com o despejo à porta e um recém-nascido ao colo, Margo tem de encontrar uma saída… nada convencional. Margo Tem Problemas de Dinheiro é um romance certeiro e inesperadamente divertido sobre crescer quando as circunstâncias não dão outra escolha.
Onde ver?: Apple TV+
Data de estreia: 15 de abril de 2026













Kenna Rowan saiu da prisão com cinco anos nas costas e uma única certeza: quer a filha de volta. Diem tem quatro anos, cresceu sem ela, e os avós paternos — que a criaram — não estão dispostos a facilitar o reencontro. Ledger Ward, dono do bar local e homem de confiança dessa família, é o último a quem Kenna devia procurar ajuda. E, no entanto, é exatamente aí que a encontra. A relação que os dois constroem tem de existir às escondidas, porque a verdade custaria a ambos o pouco que ainda têm. Uma história sobre culpa, redenção, e o preço de recomeçar quando o passado se recusa a ficar para trás.
Data de estreia: 26 de março de 2026, nos cinemas.









#71


                     

Há destinos que só se encontram nos livros. 📚



Sugestões Editorial Presença: "Este verão, exponha-se à leitura!"

 

Grupo Editorial Presença

Este verão convidamos todos os leitores a descobrirem a melhor proteção contra o stress, o tédio e a rotina: um bom livro.

Estas são as nossas sugestões de leitura ☀️

FPS 50+: PARA UMA HIDRAÇÃO EMOCIONAL PROFUNDA
Aplicar diariamente uma dose de leitura.

A Breve Vida das Flores

20,90 € 18,81 €

 
O Impulso

16,90 € 15,21 €

 
Fomos Mais Do Que Um Erro

18,90 € 17,01 €

RISCO ELEVADO DE MÁS DECISÕES
Aviso de temperatura elevada: risco de emoções intensas.

O Contrato de Mariano

19,90 € 17,91 €

 
Nero

19,90 € 17,91 €

 
King

19,90 € 17,91 €

FPS 50+ KIDS: FÓRMULA PROTETORA «CONTRA A SECA»
Aplicar diariamente em crianças para evitar dias aborrecidos.

O Big Jim Acredita: Homem-Cão 14

15,90 € 14,31 €

 
Vá Lá, Por favor, Não Abras Este Livro

12,90 € 11,61 €

 
Onde Está o Wally?

13,90 € 12,51 €

VER TODAS AS SUGESTÕES


🎵 "Da Próxima Vez" - Luís Represas

 


As ruas da minha cidadeAbriram os olhos de encanto para te ver passar
As pedras calaram os passosE as casas abriram janelas só para te ouvir cantar
Porque há muito, muito tempo não vinhas ao teu lugarNinguém sabia ao certo onde te procurar
Da próxima vez, não vás sem deixar destino ou direcçãoSe houver próxima vez, não esqueças, leva contigo recordaçãoE um beijo pendurado ao peito do teu coração
Quisemos saber como estavasSe a vida tinha tomado bem conta de ti
Ou se a vida teve medoE eras tu que a levava refugiada em ti
Cada verão que passava, sentiamos-te chegarComo era possível que o sol se atrevesse a brilhar
Da próxima vez, não vás sem deixar destino ou direcçãoSe houver próxima vez, não esqueças, leva contigo recordaçãoE um beijo pendurado ao peito do teu coração
Deves trazer tantas históriasTantas que algumas ficaram caídas por aí
Outras, eu tenho a certezaO teu fogo na alma queimou, deixaram de existir
Só queremos saber se és a mesma que vimos partirNão existe mundo lá fora que te possa destruir
Da próxima vez, não vás sem deixar destino ou direcçãoSe houver próxima vez, não esqueças, leva contigo recordaçãoE um beijo pendurado ao peito do teu coração
Da próxima vez, não vás sem deixar destino ou direcçãoSe houver próxima vez, não esqueças, leva contigo recordaçãoE um beijo pendurado ao peito do teu coração

🎵


Luís Represas (1956-2026)





Morreu hoje o músico Luís Represas.
Partilho o vídeo da entrevista com As Três da Manhã na Rádio Renascença.

 




Livraria Lello celebra 120 anos com Ai Weiwei e Dua Lipa numa reflexão sobre censura e liberdade


    A histórica Livraria Lello, localizada no Porto, assinala o seu 120.º aniversário com uma forte mensagem cultural focada na liberdade de expressão e no combate à censura. Conhecida mundialmente pela sua arquitetura impressionante, a instituição expandiu substancialmente as suas instalações para cerca de mil metros quadrados, num projeto modernizado pelo prestigiado arquiteto Álvaro Siza Vieira.

  • O Protesto Silencioso de Ai Weiwei: O novo espaço de arte contemporânea acolhe a instalação "A4", do artista chinês Ai Weiwei. A obra utiliza centenas de folhas brancas e a impressão física dos seus tweets censurados para evocar a resistência e a liberdade de pensamento.

  • A Curadoria de Dua Lipa: Numa colaboração inédita com a plataforma Service95 (fundada pela cantora Dua Lipa), nasceu a Manifesto Library. Trata-se de uma biblioteca com cem obras literárias marcantes que, ao longo da história, enfrentaram a censura ou desafiaram o status quo do poder.

  • Relíquias na Sala Gema: Este espaço exclusivo e restrito protege o património mais valioso da Lello. Entre os destaques encontram-se a biblioteca pessoal da malograda cantora Amy Winehouse, adquirida recentemente, e dezenas de cartas de amor juvenis escritas pelo Nobel da Literatura Bob Dylan.

    Esta transformação da Lello reflete um esforço consciente para equilibrar o turismo de massas com uma missão cultural profunda, convertendo meros visitantes em leitores ativos através do seu sistema de bilhética dedutível na compra de livros.
    Pode ler a reportagem completa e detalhada no artigo do 24 Notícias.

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Livrarias, liberdade e censura

 

MAY JAMES/EPA

As livrarias independentes são, muitas vezes, mais do que espaços de venda de livros: são locais de encontro, debate e circulação de ideias. Por isso, notícias sobre a detenção de livreiros ou editores merecem atenção.

Em Hong Kong, a proprietária de uma livraria independente foi detida por suspeitas relacionadas com alegada sedição, num caso que tem sido associado ao reforço das leis de segurança nacional e às crescentes restrições à liberdade de expressão naquele território.

Independentemente das diferentes leituras políticas do caso, a notícia levanta questões importantes sobre o papel dos livros, das livrarias e da liberdade de publicar.

👉Leia a notícia completa no Observador: https://observador.pt/2026/06/25/hong-kong-prende-dona-de-livraria-independente-por-sedicao/



WOOKACONTECE: Pequenas Bombas



Zé Livreiro
@confissoesdumlivreiro

Os livros não se medem aos palmos. Alguns parecem discretos, ocupam apenas algumas centenas de páginas e, ainda assim, conseguem instalar-se dentro de nós com uma intensidade difícil de explicar. Não desperdiçam palavras, preferem o silêncio ao excesso e encontram na contenção uma força emocional rara. Os cinco livros desta lista partilham essa capacidade de concentrar mundos inteiros em narrativas breves. Entre relações falhadas, memórias dolorosas, amores suspensos e personagens incapazes de se sentirem totalmente pertencentes ao mundo, todos deixam uma marca persistente. Pequenas bombas emocionais feitas de papel que continuam a explodir muito depois da última página.
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Começar Eu?, de Peter Flamm, é entrar num território de desconforto moral. Publicado em 1926, o romance acompanha Hans, um médico que regressa da Primeira Guerra Mundial profundamente transformado pela experiência da frente de batalha. Aquilo que encontra no seu retorno não é apenas um mundo incapaz de compreender o horror da guerra, mas também uma estranha sensação de alienação em relação a si próprio e aos outros. Apercebemo-nos desde as primeiras páginas de que qualquer coisa se perdeu naquele homem. O próprio título funciona como uma interrogação identitária e a narrativa gira em torno dessa fissura. Flamm escreve de forma seca, quase clínica, o que torna tudo ainda mais perturbador. Não há sentimentalismo nem dramatização excessiva, e a violência emocional nasce dessa contenção. O protagonista move-se pelas ruas, pelas conversas e pelas relações com os outros como alguém que trouxe consigo uma experiência impossível de partilhar. Talvez seja isso que torna o livro tão atual. Mais do que um romance sobre a guerra, é um retrato da dificuldade de regressar ao mundo depois de se ter visto demasiado.




Enquanto Peter Flamm trabalha a fragmentação interior através de uma escrita austera, Anne Serre, em Um Chapéu de Leopardo, prefere o território da estranheza e da sugestão. Este é um daqueles livros difíceis de resumir porque o essencial acontece nas entrelinhas. A história centra-se na relação entre o narrador e Fanny, uma mulher instável e enigmática, marcada por desaparecimentos repentinos e mudanças bruscas de humor. A autora francesa começou a escrever o romance após o suicídio da irmã e, talvez por isso, exista nele uma delicadeza percorrida por uma inquietação subtil. Muitas vezes, sentimos que estamos prestes a compreender aquelas personagens para, no momento seguinte, elas voltarem a escapar-nos. Essa ambiguidade acaba por ser uma das grandes forças do livro. Em vez de oferecer respostas claras, Serre cria atmosferas. E algumas dessas atmosferas ficam coladas à nossa pele durante semanas.





Essa sensação de suspensão aparece também em A Trégua, de Mario Benedetti, embora num registo diferente. O romance é construído sob a forma de diário e acompanha Martín Santomé, um homem obcecado com a proximidade da reforma e preso a uma rotina sem grandes expectativas. Tudo muda quando conhece Laura, uma colega mais nova por quem acaba por se apaixonar. Aquilo que poderia transformar-se num romance sentimental torna-se, nas mãos de Benedetti, uma reflexão devastadora sobre a solidão e a possibilidade tardia da felicidade. O autor uruguaio dominava como poucos a arte da simplicidade. Não encontramos aqui frases exuberantes nem grandes demonstrações emocionais. É o tom comedido e desencantado do narrador que torna o livro tão humano. Santomé escreve como alguém que já desistiu de esperar demasiado da vida e, talvez por isso, os pequenos momentos de alegria tenham tanto impacto. Percebemos desde cedo que a felicidade do protagonista é frágil, temporária, talvez impossível de sustentar. Ainda assim, continuamos a avançar pelas páginas como quem tenta prolongar um instante antes do inevitável.



Em Terra de Neve, Yasunari Kawabata leva essa ideia de fragilidade emocional até um extremo quase hipnótico. O romance começa com uma das aberturas mais célebres da literatura japonesa do século XX, quando um comboio atravessa um túnel e entra numa paisagem coberta de neve. A partir daí, acompanhamos a relação entre Shimamura, um homem rico e ocioso vindo de Tóquio, e Komako, uma gueixa de uma região termal isolada. Mais do que uma história de amor, Terra de Neve é um romance sobre distância. Distância entre pessoas, entre desejos, entre aquilo que sentimos e aquilo que conseguimos realmente viver. Kawabata descreve tudo com uma precisão visual impressionante. Cada gesto, cada silêncio e cada detalhe da paisagem parecem carregados de significado emocional. A neve, o frio e a quietude do cenário funcionam como extensões do estado interior das personagens. Existe uma enorme beleza no romance, mas é uma beleza melancólica, sempre consciente da impermanência das coisas. Tudo acontece de forma ténue, quase silenciosa, e talvez seja isso que torna o impacto final tão forte.



Depois da contenção elegante de Kawabata, entrar em Património, de Philip Roth, é confrontar uma intimidade muito mais direta. Neste memoir autobiográfico, o escritor relata a doença e o declínio físico do pai. O tema poderia facilmente cair no sentimentalismo, mas acontece o contrário. A relação entre ambos é descrita com brutal honestidade, incluindo momentos de irritação, impaciência, humor e ternura. Ao longo do livro, acompanhamos consultas médicas, conversas familiares, pequenos gestos quotidianos e o desgaste inevitável provocado pela doença. No entanto, aquilo que torna Património tão poderoso é a forma como detalhes aparentemente banais se transformam em matéria emocional universal. O medo de perder os pais, a culpa associada ao envelhecimento e a sensação de impotência perante a fragilidade do corpo atravessam o livro sem nunca parecerem artificiais. Há também qualquer coisa de corajoso nesta forma de escrever. Ao contrário de muitos livros sobre o luto, Património não tenta embelezar a dor nem procurar grandes lições reconfortantes. Não obstante toda a dor provocada por esta experiência, Roth mantém-se firme, limitando-se a observar, recordar e escrever com uma honestidade quase desconfortável.





JORNAL DE NOTÍCIAS: "Para onde vão os livros emprestados" - Opinião de Afonso Reis Cabral


Há livros que regressam a casa. Outros desaparecem entre mudanças, estantes e promessas de devolução.

Este artigo de opinião do Jornal de Notícias faz uma reflexão interessante sobre o percurso dos livros depois de saírem das nossas mãos — e sobre aquilo que o ato de emprestar diz acerca da leitura, da confiança e da memória.

E vocês?
Qual foi o livro que emprestaram e nunca mais voltaram a ver?

📰 Leitura recomendada:


A revista Wookacontece #16 já chegou!


A revista WOOKACONTECE é um projeto editorial da WOOK, a maior livraria online portuguesa. Surge como prolongamento do blogue literário homónimo (este onde está a navegar) e leva aos ombros a tarefa de informar, difundir, entreter e inspirar todos aqueles que gostam de ler.
Nas suas páginas convivem em harmonia novidades literárias e clássicos incontornáveis, entrevistas exclusivas com autores, sugestões de leitura, dicas úteis sobre livros e humor. A história por detrás das histórias, este amor visceral aos livros.

Acabámos de lançar o nº 16 da revista wookacontece, distribuída gratuitamente aos nossos clientes com as suas encomendas de livros de literatura. A revista está também disponível para visualização e download aqui no blog.
Mais uma edição cheia de novidades e deambulações literárias, que não vai querer perder!


"Só áudio": primeira “livraria sem livros” abre em Nova Iorque



    Audible Story House é a primeira livraria sem livros físicos que abriu no dia 1 de maio em Nova Iorque. O espaço foi pensado para a narrativa em áudio ganhar vida, oferecendo uma maneira física de vivenciar o conteúdo de áudio além da audição digital.
    Durante todo o mês de maio, de quarta a domingo, das 11h às 19h, os visitantes poderão navegar pelos áudios usando os "Story Tiles" físicos, desfrutar de seis espaços de audição distintos distribuídos por três andares e aproveitar comodidades e atividades premium.

Estão disponíveis mais de 300 títulos para os visitantes explorarem.

    Haverá eventos super interessantes para cativar o público a participar ativamente e a contribuir para a experiência. A programação inclui: conversas com autores e livros; quizzes literários; encontros com criadores de conteúdos (os chamados booktokers), workshops, concertos de música ao vivo com e muito mais!






WOOK é Novidade? - "A Mais Bela Maldição de Rui Couceiro



A Mais Bela Maldição

 


O que podem ter em comum uma baronesa quase centenária da Toscana, um antigo pescador da Póvoa de Varzim e um condutor de camiões do lixo de Bogotá? Uma profunda e incontrariável ligação aos livros, que os levou a dedicarem-lhes toda ou boa parte das suas vidas.

Depois de dois romances aclamados pela crítica, Rui Couceiro viajou pelo mundo para conhecer e contar histórias que apaixonarão todos os que, como ele e os protagonistas de A Mais Bela Maldição, adoram os livros e a leitura.

Não perca!