Sinopse: Para Sam Cayhall, o tempo de espera está quase terminado. Durante nove anos e meio aguardou no corredor dos condenados à morte, enquanto os seus advogados tentavam todos os subterfúgios legais para adiar a sua execução na câmara de gás do Mississípi County. Agora, o prazo de Sam expirou. O seu último recurso foi indeferido e a data da execução marcada. E Sam está preparado. Está farto de lutar, farto da prisão, farto de uma vida que se sente aliviado por abandonar. Mas ainda não é já, porque Sam está prestes a conhecer Adam Hall, um jovem advogado impetuoso decidido a empreender um derradeiro esforço para o salvar da câmara de gás.
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"A Câmara" é o primeiro livro que leio deste autor norte-americano, considerado um mestre do thriller jurídico e o sexto escritor mais lido nos EUA. Desde 1989 que John Grisham é um escritor bastante ativo, conseguindo criar personagens e enredos interessantes devido, em parte, ao seu talento, mas também à sua experiência como advogado.
Neste livro em questão carrega-se nas feridas da América: a discriminação racial e a condenação à morte. Consequentemente vêm outros temas à baila como a depressão, o suicídio, a negligência parental, a bagagem emocional... o perdão... o valor da vida. São temas ótimos para refletir e discutir ao nível da ética.
John Grisham não se tornou num dos meus autores favoritos, mas está perto.
As suas histórias são tão boas que facilmente aparecem no cinema ou TV. Com certeza já todos vimos alguns desses filmes.
Partilho um excerto com a contextualização da história, ou melhor, o motivo do crime:
"O primeiro processo de direitos civis intentado em 1965 pela firma de advogados Marvin B. Kramer e Associados acusava as autoridades locais de uma série de práticas eleitorais discriminatórias. Foi cabeçalho de primeira página em todos os jornais do estado, que publicaram a fotografia de Marvin. E o seu nome foi incluído numa lista de judeus que o Klan se propunha intimidar. Um judeu radical que apoiava e representava os negros não seria tolerado no delta do Mississípi. | Mais tarde, circulavam rumores de que o advogado Kramer pagava do seu bolso a fiança de militantes dos direitos civis, que dera dinheiro para a reconstrução de uma igreja de negros que havia sido destruída à bomba pelo Klan, que recebia negros na sua própria casa, que fazia parte de grupos que exerciam pressão sobre os judeus do Norte para tomarem parte ativa na luta. O advogado Kramer avançava a passos largos para a sua perdição."
Sinopse: Nuvens prenunciando a guerra acumulavam-se sobre a Europa, mas na região do Yorkshire o sol brilhava ainda - e brilharia pelo menos algum tempo. Nesses derradeiros e breves momentos de paz, o jovem médico-veterinário James Herriot casou com Helen, instalou um apartamento provisório no último andar da velha Casa Skeldale e retomou a sua visita diária às herdades e currais dos Vales. Nesta obra, com um humor muito próprio e um raro gosto pela vida, ele narra as suas experiências durante esses tempos felizes - perseguindo touros espantadiços por entre campos e colinas, provando enchidos caseiros numa cozinha campestre, vendo os primeiros raios de sol a iluminar as charnecas. Um livro apaixonante, muitas vezes hilariante, totalmente irresistível, pelo autor de Como Deus os Criou.
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Eu gostei do livro!
Obviamente que o contexto da medicina veterinária por si só já altera bastante o enredo, e tenho a certeza que o charme vem daí. Mas o que me tocou mais foi a paixão dedicada à profissão, a paixão pelo campo e seus animais. 💚
James Herriot é o pseudónimo de James Alfred Wight, um médico veterinário britânico de excelência e um adorado escritor.
📌 Este livro pertence a uma série de livros intitulada «Todas as Criaturas Grandes e Pequenas» que foi adaptada para a TV primeiramente em 1978 e, mais tarde, em 2020.
Desafio Literário:
📚 Mant'Anual 2024 na categoria «Livro escrito por um pseudónimo».
Quatro livros da Juliette Benzoni + quatro livros da coleção "Dois Mundos" da editora Livros do Brasil + um livro da coleção "Grandes Narrativas" da editorial Presença.
Para além da plataforma de troca de livros da Winkingbooks, também passei a comprar livros usados na plataforma Vinted e no site TradeStories.
Agente: James Bond 007 | Destino: Caraíbas | Assistente: Loira | Missão: Matar ou ser morto por «Pistola», «Scaramanga», o Homem da Pistola Dourada.
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Uau! Li um livro do 007! 😃👌
E realmente não tem nada a ver com o filme. Neste livro em particular, publicado postumamente, vemos um James Bond que estabelece relações interpessoais de confiança, que trabalha em equipa, apesar de ser agente secreto. O contexto da história é bom, mas a escrita em si não me arrebatou como fez o autor Frederick Forsyth, contudo gosto da temática: Espionagem na Guerra Fria.
📌 Série de livros "James Bond" para consulta na Wikipedia.
📌 Adaptação para o cinema em 1974. Há diferenças em relação ao livro. No filme, Mary Goodnight é sequestrada e também é uma personagem cómica. O domicílio de Scaramanga mudou de Cuba para a China. Assim, o personagem Felix Leiter foi excluído, enquanto Nick-Nack, Andrea Anders e Hai Fat foram adicionados. A tentativa de Bond para matar M no início do romance foi excluída do filme. Além disso, a história do filme não tem nada a ver com a indústria do açúcar, como no romance. No filme, Scaramanga possui uma arma especial banhada a ouro que é desmontável, os seus componentes são uma caneta, cigarreira, isqueiro e abotoaduras. Esta arma é de calibre 4,2 milímetros e dispara balas de ouro maciço.
É engraçado como a literatura inventa a vida: não é preciso que alguém nasça para que a sua morte tenha impacto. Volta e meia, a morte de uma personagem aparece como um vendaval. E quem nunca se compadeceu com a morte de uma personagem? Estas, que destacamos, não partiram sem deixar marcas.
Porque um escritor é, antes de tudo, e sobretudo, um leitor, veja o que escrevem os melhores sobre a arte de escrever. Mais do que o talento, conceito fluído e indefinido, a leitura é o molde primordial da escrita.
Isto de se escrever tem que se lhe diga. Não é coisa que comece assim sem mais nem menos, nem nos podemos fiar na inspiração e no talento. Nada como ler, ler muito. E ler também o que escrevem os melhores sobre a escrita.