O meu filho trouxe...

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O meu filho trouxe este livro do infantário para lermos em família. Quando lhe perguntei o motivo de ter escolhido, ele respondeu: "ó mãe, tem um gato como o Ozzy!" ☺️
A história é bonita, é uma homenagem à tão popular "Corre, corre cabacinha", mas acho que para o meu filho ainda é um bocadinho grande (texto longo). Ele perdeu a atenção e tive de abreviar. As ilustrações são engraçadas, parecem colagem de papel.

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Gatos que curam

 



O livro "Vamos Receitar-lhe um Gato", de Syou Ishida, é um expoente vibrante da corrente healing fiction (ou "ficção de cura"). Esta tendência literária, que ganhou força global após a pandemia, foca em narrativas acolhedoras que oferecem conforto emocional e soluções simples para dilemas existenciais profundos.
Na obra, acompanhamos uma clínica misteriosa onde um médico e a sua secretária não receitam medicamentos, mas sim a companhia temporária de um gato. O enredo estrutura-se em cinco histórias independentes de personagens que enfrentam o stress e a desconexão com o mundo. Ao cuidarem de um felino, os protagonistas são forçados a desviar o foco dos próprios problemas, redescobrindo a empatia e a beleza nos pequenos gestos cotidianos.
Com uma escrita fluida e elementos de realismo fantástico, o livro da TopSeller funciona como um bálsamo literário. Mais do que uma história sobre animais, é uma meditação sobre como a vulnerabilidade e o afeto podem curar feridas invisíveis, tornando-o essencial para quem procura uma leitura que "abraça" o leitor.




Sinopse: Embora esteja misteriosamente localizada numa morada incerta, a Clínica da Alma Kokoro pode sempre ser encontrada por quem dela necessita. E já provou inúmeras vezes que um gato prescrito tem o poder de curar as feridas emocionais de todos os seus pacientes.

Prepare-se para conhecer um elenco adorável e irresistível de gatos terapêuticos: de Kotetsu, um Bengal de quatro meses que liberta a sua energia destruindo lençóis, à curiosa Shasha, que não se deixa travar pelo seu tamanho pequeno, e à pachorrenta Menina Michiko, tão macia e reconfortante como um mochi.

Entre os humanos que conhecemos estão uma jovem com problemas com o homem que a ama, um avô recentemente enviuvado eo seu neto que se recusa a sair do quarto, e um ansioso trabalhador num centro de resgate de gatos que procura mostrar como os gatos difíceis podem ser os mais recompensadores.

Este romance comovente e mágico prova o quão eternamente misteriosos os gatos são para nós, apesar de continuarmos a admirar o seu dom especial de transformar as nossas vidas.

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-- Texto escrito com recurso a IA --

HEALING FICTION: O QUE É?

 

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Healing fiction é uma corrente literária de origem asiática que tem por base narrativas simples, de tom positivo e reconfortante, sobre temas como empatia, coragem ou entreajuda. Também é conhecida, em português, como ficção curativa.

O principal objetivo da healing fiction é o relaxamento mental dos leitores, sendo, por isso, uma corrente que apela sobretudo àqueles que tendem a encarar a literatura como uma solução para escapar momentaneamente aos problemas e às pressões do dia a dia.

As histórias de healing fiction evitam enredos complexos e assuntos demasiado negativos ou pesados, apresentando-se através de realismo mágico e de uma linguagem acessível que não obriga a esforços extraordinários de interpretação.

Regra geral, as narrativas centram-se num único espaço físico, uma estrutura comercial de ambiente aconchegante como uma livraria ou um café, onde os personagens se reúnem para partilharem as suas histórias pessoais. Aliás, tanto na Coreia do Sul como no Japão, países onde o fenómeno surgiu e se estabeleceu, os livros de healing fiction tendem a distinguir-se visualmente pelas capas que exibem os edifícios onde a ação decorre.

 

 

HEALING FICTION: OS LIVROS QUE ELEVAM O GÉNERO

 

O GRANDE ARMAZÉM DOS SONHOS 

Miye Lee 

 

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Em abril de 2020, com uma pandemia a afundar o mundo em preocupações, nada melhor do que um romance que nos convidava a fazer uma pausa e a trocar os pesadelos por sonhos. Talvez se explique assim o enorme impacto que este livro da estreante Miye Lee teve entre os leitores asiáticos e porque é considerado um dos grandes impulsionadores da healing fiction.

Centrada num armazém gigantesco que vende os sonhos que preenchem as noites de humanos e animais, a narrativa integra de forma engenhosa o fantástico no mundano. Cada andar do armazém é especializado num tipo diferente de sonho — e não faltam as personagens caricatas, cada qual com a sua própria história.

 

 

A PEQUENA LOJA DOS GRANDES MILAGRES 

Keigo Higashino 

 

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Embora a healing fiction tal como hoje a conhecemos esteja maioritariamente ligada à Coreia do Sul, há quem defenda que as suas bases foram estabelecidas muito antes, com este romance do japonês Keigo Higashino, publicado em 2012.

O livro acompanha três delinquentes que, fugidos da polícia, encontram refúgio numa pequena loja abandonada, outrora detida por um homem famoso pelos sábios conselhos.

Mal imaginam, contudo, que a loja esconde uma magia muito especial e que estão prestes a deparar-se com um pedido de ajuda que não conseguirão deixar sem resposta.

 

 

BEM-VINDOS À LIVRARIA HYUNAM-DONG 

Hwang Bo-reum 

 

Bem-vindos-a-Livraria-Hyunam-Dong-Hwang-Bo-Reum

 

Os cenários favoritos da healing fiction são, sem dúvida, bibliotecas e livrarias. Afinal, o que pode ser mais aconchegante do que livros?

Neste romance da sul-coreana Hwang Bo-reum, um dos mais aclamados no campo da healing fiction, encontramos uma mulher que decide mudar drasticamente a sua vida e fazer por fim o que sempre sonhou: abrir uma livraria independente em Seul.

Se te interessam especialmente os livros de healing fiction centrados em livrarias e bibliotecas, aproveita também para ler O Destino da Livraria de Kichijoji (Kei Aono), O Que Procuras Está na Biblioteca (Michiko Aoyama) e outro dos grandes precursores do género: Os Meus Dias na Livraria Morisaki (Satoshi Yagisawa), seguido por Uma Noite na Livraria Morisaki

 

 

OS MISTÉRIOS DO RESTAURANTE KAMOGAWA 

Hisashi Kashiwai 

 

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Sendo a healing fiction um veículo para a partilha e interseção de histórias pessoais, é natural que muitas das narrativas decorram em cafés e restaurantes.

Se estes são cenários que te agradam, podes experimentar ler O Pequeno Restaurante da Felicidade (Ito Ogawa) ou Antes que o Café Arrefeça (Toshikazu Kawaguchi), com De Regresso a Tóquio e Antes que as Memórias Desapareçam. É, contudo, de outro escritor japonês o livro que te vamos aqui recomendar.

Os Mistérios do Restaurante Kamogawa imagina um estabelecimento familiar especializado na preparação de refeições personalizadas, recriações exatas de iguarias que os clientes provaram no passado e que guardam, nos seus sabores, as mais antigas memórias.

 

 

A LIVRARIA DOS PEQUENOS MILAGRES 

Mónica Gutiérrez 

 

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healing fiction tem-se tornado tão popular nos últimos anos que já começou a conquistar escritores fora da Coreia do Sul e do Japão.

Exemplos desta expansão internacional são a irlandesa Evie Woods e A Livraria Perdida. Ou o inglês Matt Haig, que alcançou um grande sucesso com A Biblioteca da Meia-Noite

Quem também procurou replicar o tom da healing fiction na sua escrita foi a espanhola Mónica Gutiérrez, que, em A Livraria dos Pequenos Milagres, nos dá a conhecer uma jovem de Barcelona que inicia um processo de redescoberta pessoal a partir do momento em que arranja um emprego numa livraria inglesa.



Artigo publicado originalmente por Estante FNAC.


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ENTREVISTA: À conversa com Piergiorgio Pulixi



O escritor italiano Piergiorgio Pulixi tem sido aclamado como um dos novos mestres do suspense italiano. O seu romance de estreia, A Livraria dos Gatos Pretos, recebeu o mais prestigiado prémio em Itália para a ficção policial, o Giorgio Scerbanenco, e ainda o conceituado Prix Babelio para o melhor policial em França. Se os Gatos Falassem, o seu segundo romance, recentemente lançado em Portugal, envolve o leitor num enigma de “quarto fechado” rico em suspense, dando a mão ao célebre "Morte no Nilo", numa homenagem a Agatha Christie. Desta vez, Marzio, o dono da livraria Les Chats Noirs é convidado para um cruzeiro literário onde um conceituado escritor terminará o seu novo livro. Marzio leva consigo os seus gatos, Miss Marple e Poirot, e o inspetor Caruso. Quando ocorre um assassinato a bordo, o livreiro vê-se obrigado a usar o seu conhecimento de policiais para desmascarar um criminoso que acredita ter cometido o crime perfeito.

Nesta entrevista, o autor revela as inspirações, desafios e prazeres por detrás deste novo livro, em que volta a recriar o encanto das investigações clássicas. Pulixi fala-nos também do papel quase metafísico dos gatos, que funcionam como observadores privilegiados e cúmplices da narrativa, e chama a atenção para a pressão do mercado editorial e a forma como a fama pode distorcer a criação literária. O que não o impede, felizmente para nós, de criar novos livros de mistério, em que os gatos voltam a brilhar…


Se os Gatos Falassem parece brincar com a fronteira entre o real e o fantástico. Numa frase, como descreveria o livro aos leitores?

Se os Gatos Falassem é um romance policial que presta homenagem à grande tradição da ficção detetivesca mundial, envolvendo o leitor num enigma de “quarto fechado” rico em suspense, humor subtil e leveza, com atmosferas de toque vintage que fazem lembrar o sabor dos romances de Agatha Christie.

O que mais o entusiasmou enquanto escrevia este livro?

Construir uma história na qual os leitores pudessem perder-se durante algumas horas, redescobrindo o prazer de uma investigação à moda antiga — guiada inteiramente pela razão e pela intuição, sem tecnologia à vista. Queria, durante algum tempo, fazê-los esquecer o mundo dos computadores, telemóveis, redes sociais e internet, que tantas vezes nos cercam e nos pesam. E, para além de os envolver no mistério, quis fazê-los sorrir e deixá-los com um sentimento de esperança. Os gatos «possuem uma inteligência curiosa e intrometida: adoram explorar e nunca aceitam a derrota perante uma porta fechada.»

Os gatos são personagens centrais e quase “investigadores” por direito próprio. Como surgiu a ideia de lhes dar voz — e até uma certa filosofia felina?

Sempre senti que os gatos são, de certa forma, criaturas bastante metafísicas. É quase como se estivessem para sempre suspensos entre este mundo e outro. Possuem uma inteligência curiosa e intrometida: adoram explorar e nunca aceitam a derrota perante uma porta fechada. Além disso, são animais crepusculares — dormem durante o dia e, à noite, vagueiam sozinhos pela cidade, como se fossem Philip Marlowe num romance de Raymond Chandler. Independentes e livres, são observadores atentos e testemunhas silenciosas. Gostei da ideia de trazer, para enredos tão lineares, ordenados e geométricos como os de um mistério clássico, uma presença ligeiramente metafísica que quebrasse a simetria.

A referência a Morte no Nilo percorre o livro. Como foi envolver-se com um clássico tão icónico de uma forma original e nova?

Foi uma grande honra, mas ao mesmo tempo trouxe um enorme sentido de responsabilidade. Ainda assim, creio que se sente o amor por esse livro — e, de forma mais ampla, pelas atmosferas, enredos e personagens de Christie. E quando se fazem as coisas com amor, tudo se torna mais simples e agradável. Adoro esses romances pelas emoções que me deram, pelas horas despreocupadas, pela fuga às responsabilidades do quotidiano — ainda que apenas por pouco tempo. Quis dar tudo isso de volta aos leitores, usando a mesma fórmula que a “Rainha do Crime”.

O livro transforma o cruzeiro num verdadeiro espetáculo literário — com um escritor a terminar um livro em público, leitores a bordo e toda a maquinaria do marketing literário. Era sua intenção criticar o mercado editorial e a pressão da fama?

Sim — o mundo editorial é frequentemente muito mais romantizado do que realmente é. É um mundo — pelo menos na Itália — em que os números contam muito mais do que as palavras, onde os escritores são cada vez mais tratados como prestadores de serviços e não como artistas; um ambiente altamente industrializado no qual, se não te adaptas a dinâmicas cada vez mais comerciais, és esmagado. Trabalhar num mundo tão competitivo também significa que o teu emprego nunca está verdadeiramente seguro: alguém mais astuto – mais hábil e com menos inibições do que tu – pode tirar-to a qualquer momento. Esta tensão constante e frenética, com todos a perseguir o próximo bestseller, gera uma ansiedade sufocante. Levei esse ambiente ao extremo, tentando mostrar o que poderia acontecer a alguém que tenta subverter um sistema tão cruel. Spoiler: pode tentar, mas não acaba bem.

Qual foi a cena ou momento do enredo que mais prazer lhe deu criar (sem revelar segredos…)?

Diria que a forma como o homicídio é cometido — a própria construção do crime, a mecânica do ato. Quis algo novo: clássico no espírito, mas nunca antes visto ou usado. Passei um ano a pensar nisso, a virar cada detalhe do avesso; nada podia, ou devia, ser deixado ao acaso. Cada elemento tinha de funcionar e ser coerente com o resto. E quando finalmente o escrevi — bem, diverti-me imenso. Foi também, de certa forma, um alívio, porque já pensava nisso há muito, muito tempo.

Se os Gatos Falassem segue A Livraria dos Gatos Pretos, que recebeu o Prix Babelio para melhor romance policial, em França. Como recebeu essa distinção e que impacto teve na sua carreira?

A Babelio é a maior comunidade de leitores em França, com quase um milhão e meio de membros registados. Receber esse prémio foi realmente importante para mim, porque é um prémio que vem diretamente dos leitores: não há agendas ocultas, nem influências ou jogos de poder orquestrados nos bastidores pelas editoras — como tantas vezes acontece com prémios literários tradicionais. Aqui, são os leitores que votam de acordo com os seus próprios gostos e as emoções que sentiram ao ler. Por isso, foi um privilégio imenso.
E é ainda mais especial tê-lo ganho precisamente com o livro que presta homenagem aos leitores e aos clubes de leitura. Acho que aqueles que votaram se reconheceram no clube de ficção policial da livraria Les Chats Noirs.

A Livraria dos Gatos Pretos foi descrita como um equilíbrio entre “cozy crime” e suspense intenso, e comparada ao estilo de Agatha Christie ou Peter Swanson. Concorda?

Sim, absolutamente. São dois autores que me inspiraram profundamente. Na verdade, coleciono a obra completa de Agatha Christie. Também devo muito aos filmes Knives Out, protagonizados por Daniel Craig, porque ajudaram a trazer de volta a atmosfera vintage do mistério clássico. Isso certamente ajudou a preparar o terreno para esta recente redescoberta do “cozy crime” e do mistério com sabor vintage.

Muitos críticos apontam-no como um dos novos mestres do suspense italiano. Como se sente em relação a isso? Trouxe mais pressão ao seu processo de escrita?

Na verdade, sim — e a pressão é má companhia para um escritor. Tento conviver com a situação da forma mais humilde possível, mantendo tudo em perspetiva. Sou apenas um artesão de histórias. Trabalho em estruturas narrativas que têm de ser o mais sólidas possível. Trabalho as emoções com martelo e cinzel, passando depois aos retoques mais finos — sentimentos e paixões. Sujo as mãos com o giz e a argila dos segredos e dos instintos mais sombrios. Mas, no fim do dia, não sou mais do que um artesão. Não salvo a vida a ninguém. Não descubro curas extraordinárias para milhares de pacientes. Sou um entertainer a tentar escrever da forma mais elegante e cativante que consigo. E, por isso mesmo, tento manter os pés bem assentes na terra, consciente de que os verdadeiros mestres são bem diferentes.

A sua escrita é frequentemente elogiada pela forma como renova o romance policial contemporâneo. Que autores ou tradições literárias mais influenciam o seu trabalho?

Sem Stephen King, provavelmente não me teria apaixonado tão profundamente por histórias — e dificilmente teria acabado a fazer este trabalho. Portanto, ele, sem dúvida. Depois acrescentaria Jim Thompson, Agatha Christie, o grande Michael Connelly, Ian Rankin, Don Winslow, o primeiro James Ellroy — e ultimamente tenho adorado Tana French e Louise Penny. Acredito, contudo, que a grandeza, o génio e a pura alta-costura literária de Edgar Allan Poe permanecem inigualáveis.

Pode revelar alguma pista sobre o que está a preparar a seguir? Há mais gatos detetives no horizonte, ou vai explorar novos caminhos?

Na verdade, estou neste momento a trabalhar no terceiro livro da série policial protagonizada por Marzio e os seus gatos pretos. Está previsto sair em Itália em setembro deste ano. Desta vez, passa-se numa pequena ilha ao largo da Sardenha, e a homenagem é a E Não Sobrou Nenhum — talvez o romance mais famoso de Agatha Christie. Será uma investigação complexa e de ritmo apertado, na qual Marzio não poderá confiar em ninguém, exceto em Marple e Poirot. Mal posso esperar que chegue também a Portugal.


AS MINHAS LEITURAS: "Uma Princesa em Fuga" de Lindsay Emory

 

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Ficha do Livro

Autor: Lindsay Emory
Título Original:
The Royal Runaway
Editor: Quinta Essência
N.º de Págs.:
336
Ano de Edição: 
2019
Classificação: Romance
Sinopse: Theodora Isabella Victoria, segunda na linha ao trono do reino de Drieden, da Casa Real de Laurent, está farta de ser princesa. Está, também, com o coração partido por ter sido abandonada no altar por Christian, uma humilhação pública que a levou a exilar-se durante quatro meses.
Agora acaba de regressar à vida de conferências de imprensa, eventos e sorrisos que escondem o que lhe vai na alma. Aconteça o que acontecer, ela tem o dever de ser a princesa perfeita. Mas Thea já não aguenta mais cumprir o seu dever - afinal, foi isso mesmo que a meteu nesta enrascada.
Na sua tentativa de ser uma mulher normal, Thea foge do palácio e vai a um bar, onde conhece o sensual Nick. Mas o entusiasmo inicial rapidamente dá lugar à perplexidade: o jovem escocês não só é irmão do seu ex-noivo, como também é um espião, disposto a recorrer à chantagem para conseguir o que pretende.
A contragosto, Thea vai juntar-se a ele para tentar - finalmente! - descobrir o que aconteceu no dia em que Christian desapareceu. Só que o segredo que desvendam poderá derrubar a velha monarquia, e alterar as suas vidas para sempre…

Comentário

Este livro estava na "banquinha de sugestões" da Biblioteca Municipal da minha cidade. Escolhi-o pela capa. Sinceramente, pensei que fosse mais um daqueles livros sem conteúdo, com personagens vazias, nada de estimulante para o meu cérebro. Mesmo assim, escolhi-o. Pensei em fazer uma pausa dos livros que são mais exigentes e requerem mais atenção à leitura.
E trago o livro para casa. E começo a ler...
A personagem principal, Thea, aparece na minha mente como sendo a atriz Willa Holland 😌 e o enredo faz-me lembrar o filme "O Diário de uma Princesa". De repente, leio cenas de ação e mistério e o meu interesse vai aumentando.
Posso dizer que GOSTEI MUITO de ler este livro! Foi uma ótima surpresa e recomendo. 😉 


Desafio Literário

📚Bingo Profissão da Personagem Principal na categoria "LIVRE".
📚Mant'Anual 26 na categoria «Julguei o Livro Pela Capa».