AS MINHAS LEITURAS: "A Peste" de Albert Camus

 

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Ficha do Livro

Autor: Albert Camus
Título Original: La Peste
Editor: Livros do Brasil
N.º de Págs.: 
261
Coleção: Dois Mundos
Ano de Reimpressão: 2019
Classificação: Romance
Sinopse: Na manhã de um dia 16 de abril dos anos de 1940, o doutor Bernard Rieux sai do seu consultório e tropeça num rato morto. Este é o primeiro sinal de uma epidemia de peste que em breve toma conta de toda a cidade de Orão, na Argélia. Sujeita a quarentena, esta torna-se um território irrespirável e os seus habitantes são conduzidos a estados de sofrimento, de loucura, mas também de compaixão de proporções desmedidas. Uma história arrebatadora sobre o horror, a sobrevivência e a resiliência do ser humano, A Peste é uma parábola de ressonância intemporal, um romance magistralmente construído que, publicado originalmente em 1947, consagrou Albert Camus como um dos autores fundamentais da literatura moderna.

Comentário

Inevitavelmente esta epidemia da Peste faz lembrar a Covid-19. Acompanhar a dinâmica da cidade de Orão em tempo de epidemia, com as medidas profiláticas, o isolamento obrigatório e as mortes dolorosas, recorda-me o que vivenciamos com a Covid-19.
O autor faz excelentes considerações sobre a peste, o flagelo e a guerra. É um livro que faz pensar.
Gosto e recomendo a sua leitura. 👍
 

Desafio Literário

📚Bingo Profissão da Personagem Principal na categoria "MÉDICO".
📚Mant'Anual 26 na categoria «Ação da história decorre numa cidade ou aldeia».

Charles Spencer publica a história da irmã, Diana, Princesa de Gales

 

O Principezinho celebra 80 anos e há um novo livro de homenagem a Saint-Exupéry



Antoine de Saint-Exupéry foi um escritor, poeta, jornalista e aviador francês, mundialmente conhecido pela obra O Principezinho (Le Petit Prince), uma das mais traduzidas da literatura universal.
Nascido em 29 de junho de 1900, em Lyon, França, Saint-Exupéry desenvolveu desde cedo interesse pela aviação. Nos anos 1920, trabalhou como piloto de correio aéreo, transportando correspondência por rotas perigosas entre a Europa, África e América do Sul. As suas experiências como aviador inspiraram grande parte da sua obra literária, como Correio do Sul (1929), Voo Noturno (1931), Terra dos Homens (1939) ou Piloto de Guerra (1942). Nelas aborda temas como amizade, amor, responsabilidade, coragem, solidão e o sentido da vida.

Regressamos a O Principezinho e àquela que será, talvez, a sua frase mais famosa – “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.” – síntese da visão humanista do autor na figura de um piloto que é forçado a aterrar de emergência no deserto, onde encontra um rapazinho, que se revela ser um príncipe de outro planeta. O principezinho conta-lhe as suas aventuras na Terra e fala-lhe da preciosa rosa que possui no seu astro natal. Acaba, no entanto, por ficar desiludido ao saber que as rosas são bastante comuns na Terra e é aconselhado, por uma raposa do deserto, a continuar a amar a sua rosa rara. O principezinho regressa ao seu próprio planeta, tendo, contudo, encontrado um sentido para a sua vida.

Descolando da ilha da Sardenha a 31 de julho de 1944, em missão de reconhecimento, Saint-Exupéry nunca chegaria ao destino no Sul de França. Restam dúvidas quanto às possibilidades de ter sido abatido, ter tido uma falha técnica ou cometido suicídio. Deixou em terra o manuscrito inacabado de La Citadelle (1948, Cidadela), em que refletia o seu crescente interesse pela política.


Novela Gráfica: Livro de homenagem

A partir de 14 de agosto, chega às bancas a novela gráfica “Saint-Exupéry e a origem do Principezinho”, da dupla Pierre-Roland Saint-Dizier e Cédric Fernandez. Os autores percorrem o caminho deste homem dividido entre a aviação, o jornalismo e a literatura, revelando como as suas experiências, memórias e inquietações deram origem ao universo poético de O Principezinho. Entre o deserto e o céu, entre o perigo e a imaginação, descobrimos o homem antes da lenda.
Uma iniciativa da editora Levoir e do jornal Público, que inclui, no final do livro, um dossiê com imagens da vida de Saint-Exupéry nos Estados Unidos.

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📢Ler artigo completo no Jornal Económico

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DW News | Why AI companies are destroying millions of books?


 



Deixem os Livros em Paz!

Ilustração: Primeiro cão na Lua/The Guardian

 

O PRINCÍPIO DA INQUIETAÇÃO - com a convidada Raquel Marinho

 


O Princípio da Inquietação é um podcast onde pensar é um verbo que se exercita a sós e em conversa. Filósofos nacionais e internacionais refletem em voz alta sobre o medo, enquanto Catarina G. Barosa, fundadora do Festival Internacional de Filosofia, Espanto, e David Erlich, professor e escritor, recebem convidados de várias áreas para diálogos sem rede. Aqui, as certezas são questionadas e a dúvida ganha estatuto de virtude. O objetivo é praticar a nobre arte de pensar, mesmo que isso conduza não a respostas, mas a novas perguntas.



Convidada:
Raquel Marinho nasceu em Luanda, em 1974. Começou a sua carreira como jornalista, tendo passado pela TSF, TVI e SIC, onde trabalhou durante mais de duas décadas. Em 2014, criou O Poema Ensina a Cair, projeto dedicado à divulgação da poesia.
Ao longo dos anos, levou a poesia para diferentes formatos – podcasts, rádio, eventos e redes sociais – sempre com o objetivo de aproximar a literatura do público. Em 2020, lançou o podcast O Poema Ensina a Cair, que em 2021 venceu o Prémio de Melhor Podcast Português de Arte e Cultura no PODES. Criou e apresentou projetos como Ambos na Mesma Página na Antena 2, Museu Infinito na Casa Fernando Pessoa e A Noite Inédita (leitura de poemas inéditos de autores portugueses), consolidando a sua presença na divulgação da literatura.

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Redes Sociais sobre o Projeto "O Poema Ensina a Cair":