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WOOKACONTECE: Entre espíritos e polvos – livros que deram filmes.

Nunca é tarde para ler o livro que projetou Isabel Allende para a fama internacional. A Casa dos Espíritos (1982) é uma saga familiar intensa que acompanha quatro gerações da família Trueba, entrelaçando as suas vidas com a História política e social do Chile ao longo do século XX. Tudo começa com Clara del Valle, uma menina sensível e clarividente, que prevê acontecimentos e comunica com espíritos. Após a trágica morte da irmã, Clara deixa de falar — e só volta a fazê-lo para anunciar que se vai casar com Esteban Trueba, um homem ambicioso e autoritário. Esteban constrói um império rural e impõe a sua vontade com mão de ferro, mas nunca consegue dominar Clara, cuja serenidade e ligação ao invisível mantêm a família unida. Ela, a filha Blanca e a neta Alba vão formando um elo de resistência e ternura. Com a chegada da ditadura, a memória torna-se essencial para sobreviver.
Permeada pelo realismo mágico, esta é uma história sobre poder, amor, perda e sobrevivência, um retrato de como o passado molda o presente.
Onde ver?: Amazon Prime
Data de estreia: 29 de abril de 2026






Tova limpa aquários de noite para não pensar no filho desaparecido no mar há trinta anos. Marcellus, o polvo-gigante-do-pacífico com quem partilha o silêncio, sabe o que ela não sabe — e vai usar cada um dos seus oito tentáculos para lho dizer a tempo. A narrativa alterna entre as duas vozes: a de uma mulher que aprendeu a viver à volta da dor, e a de uma criatura que, por princípio, despreza os humanos que o prendem — mas que faz uma exceção, por ela. Ao longo das páginas, os segredos de Erik, o filho perdido, vão emergindo, revelando como é importante encarar o passado para que o futuro ganhe novas dimensões.
Onde ver?: Netflix
Data de estreia: 8 de maio de 2026












Hannah quer conquistar Justin, mas carrega um passado que a faz duvidar de si própria. Garrett Graham, o capitão da equipa de hóquei no gelo, não quer perder o seu lugar na equipa, pelo que precisa de subir a média académica. O pacto que fazem parece simples: ela ajuda-o a estudar, ele ensina-a a ser mais confiante. Mas este jogo tem mais surpresas do que qualquer um dos dois esperava. Um romance universitário com desfechos imprevisíveis.
Onde ver?: Amazon Prime
Data de estreia: 13 de maio de 2026
















Margo Millet entrou na universidade sem plano e saiu com um bebé, uma dívida e a certeza de que ninguém a vai salvar. Filha de uma empregada de mesa e de um lutador profissional reformado, aprendeu cedo que a vida não oferece atalhos — e um romance com o professor de Literatura Inglesa veio confirmar isso da pior maneira possível. Aos vinte anos, com o despejo à porta e um recém-nascido ao colo, Margo tem de encontrar uma saída… nada convencional. Margo Tem Problemas de Dinheiro é um romance certeiro e inesperadamente divertido sobre crescer quando as circunstâncias não dão outra escolha.
Onde ver?: Apple TV+
Data de estreia: 15 de abril de 2026













Kenna Rowan saiu da prisão com cinco anos nas costas e uma única certeza: quer a filha de volta. Diem tem quatro anos, cresceu sem ela, e os avós paternos — que a criaram — não estão dispostos a facilitar o reencontro. Ledger Ward, dono do bar local e homem de confiança dessa família, é o último a quem Kenna devia procurar ajuda. E, no entanto, é exatamente aí que a encontra. A relação que os dois constroem tem de existir às escondidas, porque a verdade custaria a ambos o pouco que ainda têm. Uma história sobre culpa, redenção, e o preço de recomeçar quando o passado se recusa a ficar para trás.
Data de estreia: 26 de março de 2026, nos cinemas.









WOOKACONTECE: Livros que deram filmes [veja os trailers]


É raro encontrar um policial que consiga, ao mesmo tempo, entreter, emocionar e surpreender com tanta elegância. O Clube do Crime das Quintas-Feiras dá-nos isso com aquele humor britânico que nunca precisa de se anunciar e personagens que conquistam porque não querem provar nada a ninguém. Já viveram o suficiente para saber que a verdade não está nos grandes gestos, mas nos pormenores que passam despercebidos.
A leitura avança com ritmo e leveza, mas o que realmente seduz é a forma como o autor nos convida a ver o mundo pelos olhos de quem muitos já não escutam. Há crime, sim, e mistério, pistas falsas, surpresas bem colocadas, mas é a humanidade que fica. Cada capítulo é um convite para abrandar e prestar atenção ao que parece banal. Ao silêncio de uma frase, à pontaria de um olhar, ao passado que nunca desaparece por completo.
O sucesso do livro foi tal que chegou ao ecrã, com uma adaptação disponível na Netflix. Um filme que acerta no tom: cómica, inteligente e com o charme britânico no lugar certo. Uma excelente porta de entrada para quem ainda não conhece este grupo de detetives pouco convencionais, mas com um talento surpreendente para ver o que escapa aos olhos dos outros.
Onde ver?: Netflix
Data de estreia: 28 de agosto de 2025





É num Algarve de luz oblíqua e fábricas devolutas que se escuta, ténue, mas persistente, o vento do passado. O Vento Assobiando nas Gruas não é apenas um título poético: é a vibração que percorre todo o romance, uma história na qual o encontro entre duas famílias, duas realidades e dois modos de existir obriga a escutar o que tantas vezes se deseja ignorar.
Milene Leandro, a jovem que vê o mundo como quem o descobre pela primeira vez, move-se entre o luto e a revelação. Depois da morte da avó, foge para o único lugar onde sente alguma forma de pertença: uma antiga fábrica de conservas, vestígio da prosperidade familiar. Ali encontra os Mata, cabo-verdianos instalados entre paredes frias e promessas por cumprir. Da convivência improvável nasce um laço feito de ternura, diferença e descompasso.
Lídia Jorge escreve com a delicadeza de quem sabe que a linguagem não basta para dizer tudo. O que está em jogo não é apenas a memória, mas o modo como esta nos molda, e como, por vezes, somos levados a pactuar com o que preferíamos ignorar.
A adaptação ao cinema, realizada por Jeanne Waltz, não tenta encaixar o romance numa narrativa explicativa, pelo contrário, respira com ele. Filmado entre Tavira e Vila Real de Santo António, o filme devolve a fisicalidade do espaço, o vazio da fábrica, os gestos contidos das personagens. Com interpretações notáveis de Rita Cabaço e Milton Lopes, e com a música de Dino d’Santiago a pairar como uma oração, a versão cinematográfica amplia a vibração emocional do livro sem lhe roubar a subtileza. Não se trata de um drama convencional: é uma fábula contemporânea sobre pertença, desigualdade e aquilo que acontece quando uma jovem, tida como frágil, se torna a única capaz de ver os outros como eles realmente são, e de os obrigar, ainda que sem querer, a fazer o mesmo.
Onde ver?: Rakuten TV
Data de estreia: 2023




Sally Rooney escreve sem artifício nem pressa. Com um estilo contido, clínico, capta o desconforto de crescer e de tentar amar quando não se sabe bem como se habita o próprio corpo. Os diálogos parecem banais, mas expõem feridas; os encontros parecem simples, mas são difíceis de ignorar.
A relação entre Connell e Marianne não segue um guião nem corresponde à expectativa de uma história de amor: é instável, crua, profundamente humana. O que separa estas duas personagens parece óbvio: ele, popular e inseguro, habituado a adaptar-se; ela, solitária e ferozmente lúcida, habituada a proteger-se, mas há entre os dois uma intimidade feita de mal-entendidos, gestos que falham, palavras que não chegam. O romance vive dessa fricção: do que não se consegue dizer e, ainda assim, se sente com violência.
A série, disponível na Prime Video, é uma extensão natural deste universo. Fiel ao tom do livro, acrescenta-lhe corpo. Ver Connell e Marianne ganhar forma no ecrã é uma experiência íntima, quase tanto como a leitura. Para quem já leu, é uma segunda respiração da mesma história; para quem ainda não leu, pode ser o impulso certo para mergulhar. Em qualquer dos sentidos, vale a pena.
Onde ver?: Prime Video
Data de estreia: 2020





Série Netflix: "O Agente da Noite" 🎬

 


"O Agente da Noite", série baseada no romance de Matthew Quirk que conquistou o top da Netflix em março de 2024, está de volta. A segunda temporada da série protagonizada por Gabriel Basso estreou-se esta quinta-feira, dia 23 de janeiro, no serviço de streaming.
Na nova temporada, o protagonista, Peter, vai descobrir novos mistérios na Night Action, uma organização ultrassecreta repleta de ameaças mortais. "O destino da nação depende só dele", adianta a Netflix no trailer da segunda temporada.


👉 Continuar a ler o artigo aqui no MAG Sapo:


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Pessoalmente, adoro esta série por todas as sensações que desperta em mim! E a história é muito boa, um thriller político cheio de ação! Vi as duas temporadas, será que vai sair uma terceira? 😉
O livro não está publicado em português.



Capa do Livro




WOOKACONTECE: "Aqui", a arrebatadora novela gráfica, chega aos cinemas em sintonia com o tempo

 

Capa do livro


    Aqui, do ilustrador e realizador norte-americano Richard McGuire, é um livro que arrebata o leitor pela forma como consegue estender infinitamente o tempo, em camadas sobrepostas de pequenos e grandes momentos, enquadradas numa miríade fascinante de “capturas” da vida, sempre a partir do mesmo ponto de fuga. McGuire, conhecido pelas capas do The New Yorker, dedicou 15 anos a escrever este livro para nos levar dos primórdios da Terra até à extinção da Humanidade, embora não por esta ordem... A abordagem confere uma nova dimensão à narrativa visual, afastando-se da tradicional leitura de cima para baixo e da esquerda para a direita das bandas desenhadas. Também a paleta de cores surpreende com a sua gama de variados tons e texturas, numa interpretação visual da memória e da compreensão humanas da passagem do tempo e, com ele, da finitude da vida.
    Sublimemente imagético, Aqui parecia pedir para ser um filme, e Robert Zemeckis, que sentiu isso mesmo, tomou em mãos a tarefa de dar movimento a essa «meditação sobre o facto de tudo estar constantemente em movimento e de nada ser permanente». Tenha-se em conta que Zemeckis é o mesmíssimo realizador de blockbusters como Regresso ao Futuro ou Forrest Gump, e começa-se a ter uma ideia do que a sua mais recente produção oferece. Todo o filme é contado a partir de um ponto de vista fixo, através de várias épocas. A câmara nunca se move. Mas o que capta e o que cria (neste caso, já com uns pozinhos de magia da Inteligência Artificial) é, no mínimo, surpreendente. O livro, é-o ainda mais.





Série "Geek Girl" [Netflix]

 


Vi esta minissérie e gostei! Só tem 10 episódios e é adaptado do livro homónimo de Holly Smale. No site da autora podemos ver que a série Geek Girl é constituída por 6 livros, mas só os três primeiros estão publicados cá em Portugal.

Por curiosidade, partilho uma pequena entrevista com a atriz principal Emily Carey da série e a autora dos livros Holly Smale 👇






"Conclave", do livro para o cinema 📚🎬


O filme "Conclave", inspirado no livro de Robert Harris, chega às salas de cinema portuguesas a 7 de novembro e conta o que acontece depois da morte de um Papa. Mas surge uma conspiração no Vaticano e há segredos a pairar nos corredores do coração da Igreja.
Do cineasta suíço Edward Berger, este filme, "repleto de esquemas, mistério e intrigas", conta com "um prestigiado elenco encabeçado por Ralph Fiennes, ao lado de Stanley Tucci (‘O Caso Spotlight’), John Lithgow (‘The Crown’) e Isabella Rossellini (‘Veludo Azul’).

👉Ler notícia completa no Sapo24 📢




Série "LUPIN" [Netflix]

 



Eu e o meu marido acabamos de ver esta série espetacular para quem é amante dos livros! 😍
"Lupin" é uma adaptação dos livros de aventuras escritos por Maurice Leblanc sobre o ladrão mais cavalheiro do mundo: Arséne Lupin. Desconhecíamos completamente esta personagem literária assim como o seu autor, mas ficamos fãs. Adicionámos à nossa booklist estes livros:

Livros editados em Portugal


📌 Para saber a ordem de leitura dos livros clicar aqui.

WOOKACONTECE: do talentoso Mr. Ripley ao elegante Conde Rostov: livros que deram filmes


No blogue literário da WOOK podemos ler este artigo sobre os livros que originam filmes e chamam novos leitores, que neles descobrem muito mais do que aquilo que uma adaptação aos ecrãs, por fantástica que seja, consegue mostrar. Porque quando lemos criamos uma sessão que é só nossa, damos corpo às personagens da forma que mais gostamos, prolongamos as cenas que mais nos tocam, tornamo-nos amigos ou confidentes do narrador, … Mas como é bom ver aquelas histórias que conviveram connosco ganharem vida no corpo e na voz de atores, em enquadramentos que nos dão novas perspetivas, em cenários que nos fazem querer viajar!
Por isso, descubra connosco histórias que passaram – tão bem – das páginas para os ecrãs. Estas são algumas das melhores, dentro de vários géneros, que estrearam recentemente.



Provavelmente já terá visto o filme, mas agora há toda uma série baseada neste fantástico thriller centrado em Tom Ripley, o anti-herói que tenta estar sempre um passo à frente dos seus credores e da lei. Um convite para uma viagem à Europa parece uma oportunidade de recomeçar, mas nem sempre as coisas correm como esperado. Ripley ambiciona ter dinheiro, sucesso e uma boa vida, e quando a sua nova felicidade é ameaçada, ele mostra-se capaz de tudo, até de matar, com uma frieza e um calculismo que, no mínimo, arrepiam.
Na nova série, Andrew Scott interpreta o Ripley na adaptação em oito partes de O Talentoso Sr. Ripley (o primeiro volume de uma série de romances conhecidos como Ripliad). A autora, a genial Patricia Highsmith, consegue fazer-nos sentir que estamos dentro da cabeça de um sociopata. De tal forma constrói bem a personagem de Ripley, que o leitor dá por si a torcer por ele, esperando que saia ileso.

Data estreia/Plataforma: Já disponível (Netflix)




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Com este nome, percebe-se logo que há uma história por detrás desta. Se não viu a série na TV, está com sorte, porque pode entrar neste mundo romântico pelos livros!
A jovem Penelope Featherington sofre de amores pelo esbelto e cobiçado Colin Bridgerton há não um, nem dois, mas sim dez anos! Os seus dias passam num enfado, animados apenas pela paixão que guarda para si. Ela, que pensava saber tudo sobre Colin, nem desconfia o que a sorte lhe reserva. Ele, farto de ser julgado como mulherengo fútil e de estar longe de casa, no estrangeiro, decide regressar a Londres. Não contava era ficar com a cabeça à roda por causa de Penelope, que decide tomar a vida pelas rédeas. E já era sem tempo, dizemos nós.
Agora na terceira temporada, a série televisiva Bridgerton acompanha as aventuras de oito irmãos, membros de uma família aristocrata inglesa, na sua busca por amor. As duas temporadas iniciais adaptaram os livros O Duque e Eu e O Visconde que Me Amava, leituras capazes de provocar ainda mais sensações do que as séries televisivas.

Data estreia/Plataforma: 16 de maio (Netflix)




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Os mundos Young Adult dos romances de John Green tendem para o dramático, em modo expansivo, com grandes oscilações, emoções, mistérios e sonhos. Em Mil Vezes Adeus, assim é: Aza, uma jovem de 16 anos, esforça-se por viver cada dia o melhor que consegue, apesar de sofrer de transtorno obssessivo compulsivo, e acabar por não fazer tudo o que gostaria, por pensar demasiado nas coisas. Mas acaba por se ver envolvida numa investigação sobre o desaparecimento de um bilionário, com a sua amiga Daisy. E, quando se apaixona, é muito graças à amizade, mas também à sua determinação, que vai fazer tudo para não desistir de coisas tão simples como beijar alguém sem recear os milhões de micróbios que poderia apanhar. Parece cómico, mas é serio, tão sério como as outras histórias de John Green que já encantaram multidões: A Culpa É Das Estrelas (adaptado a filme) e À Procura de Alaska (adaptado a minisérie de TV). Pronto para verter uma lágrima? Vá, agarre já no livro!

Data estreia/Plataforma: Já disponível (HBO Max)




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Por causa de um poema, um tribunal bolchevique condena o conde Aleksandr Rostov a prisão domiciliária por tempo indeterminado, no sumptuoso Hotel Metropol. O ano de 1922 é um bom ponto de partida para uma epopeia russa, vivida a partir do átrio de um grande hotel que, com os seus costumes e rotinas, é um mundo em si mesmo. Despejado da sua luxuosa suíte, o conde é confinado a um quarto no sótão, de onde observa a dramática transformação da Rússia, que se reflete também no microcosmos do hotel – os seus magníficos salões de baile são agora pisados pelas pesadas botas dos camaradas proletários. O conde, astuto e apaixonado pela beleza, consegue sobreviver graças às amizades que vai construindo no hotel. Como o tempo que nos apresenta, este livro é uma obra épica e de escrita apaixonada e elegante.
A série, atrevemo-nos a dizer, faz juz ao livro, a começar pela escolha do ator que se transfigura na personagem de Aleksandr, Ewan MacGregor. Neste caso, poderemos concordar que livro e ecrã se complementam magistralmente.

Data estreia/Plataforma: Já disponível (Netflix)







DOS LIVROS PARA OS ECRÃS: as novidades mais apetecíveis de ficção científica e romance

Quando os livros dão filmes, chamam novos leitores, que neles descobrem muito mais do que aquilo que uma adaptação aos ecrãs, por fantástica que seja, consegue mostrar. Porque quando lemos criamos uma sessão que é só nossa, damos corpo às personagens da forma que mais gostamos, prolongamos as cenas que mais nos tocam, tornamo-nos amigos ou confidentes do narrador, … Mas como é bom ver aquelas histórias que conviveram connosco ganharem vida no corpo e na voz de atores, em enquadramentos que nos dão novas perspetivas, em cenários que nos fazem querer viajar!
Por isso, descubra connosco histórias que passaram – tão bem – das páginas para os ecrãs. Estas são algumas das melhores, dentro de vários géneros, que estrearam recentemente {por Vera Dantas in WOOKACONTECE}





Durante a Revolução Cultural na China, a jovem Ye Wenjie vê um grupo de estudantes radicais espancar o seu pai, um físico teórico, por este se recusar a atualizar as suas teorias científicas para irem de encontro à ideologia dominante. Depois de se formar, Ye tem a oportunidade de trabalhar numa base militar secreta chamada Costa Vermelha, no topo de uma grande montanha com uma antena de rádio gigante. Passadas décadas, na época presente, o cientista Wan Miao é convidado a juntar-se a um misterioso grupo chamado Frontiers of Science. No Centro de Comando de Batalha, é surpreendido ao encontrar encontrar representantes de muitas forças armadas mundiais a trabalhar em conjunto para uma causa não especificada. Trata-se de um projeto militar secreto que envia sinais para o espaço para estabelecer contacto com extraterrestres. Uma civilização alienígena à beira da destruição capta o sinal e planeia invadir a Terra. Por cá, os humanos dividem-se em dois grupos: aqueles que planeiam acolher os seres superiores e ajudá-los a dominar um mundo visto como corrupto, e os que decidem lutar contra a invasão.
Esta é uma obra-prima de ficção científica de enorme alcance e visão. A série de tv, uma adaptação dos criadores de Game of Thrones, é surpreendentemente fiel às cenas históricas, que apontam para o impacto duradouro daqueles anos dramáticos e sangrentos na China. O Problema dos Três Corpos é o primeiro da popular trilogia Remembrance of Earth’s Past. Os livros de Liu Xing são bestsellers mundiais, que lhe granjearam importantes prémios. Este, já vendeu mais de 3 milhões de exemplares no mundo anglófono, ultrapassando o total de vendas de todas as obras literárias exportadas pela China desde a fundação do país.
Plataforma: Netflix





Contada em flashback, e frequentemente rebobinada para preencher detalhes, esta história centra-se no “capitão”, um jovem oficial da polícia secreta. Filho de mãe vietnamita e pai francês, estudou nos EUA e regressou ao Vietname para lutar pela causa comunista. Na caótica Saigão de 1975, trabalha sub-repticiamente para os norte-vietnamitas, contra o governo apoiado pelos americanos. Apesar de figurar sem nome atribuído, este protagonista-narrador é uma personagem extraordinária, que se debate com um coração e uma mente divididos, até na sua relação com dois amigos inseparáveis.É a receita para traições e acontecimentos trágicos – e estes sucdem-se vertiginosamente, um após outro.
Segundo o The New York Times, o livro «preenche uma lacuna na literatura, dando voz aos que anteriormente não tinham voz, ao mesmo tempo que nos obriga a olhar para os acontecimentos de há 40 anos sob uma nova luz», diferente da visão destes como drama exclusicamente americano.
Plataforma: HBO Max



Se o filme, que até ganhou quatro Óscares, é um pouco bizarro, o livro é consegue ser muito mais rocambolesco. Já viu o filme? Ainda bem. Agora, leia o livro! Veja porquê.
Godwin Baxter, que sonhava criar a companheira perfeita, consegue o prodígio – muito ao estilo de Frankenstein – de trazer de volta à vida o corpo da jovem Bella, que morrera afogada. Estava grávida, e Godwin reanima o seu corpo com o cérebro do bebé por nascer. Bella é bonita mas, dada a forma como foi criada, é estranhamente infantil para uma mulher adulta. Nada que não se resolva com uma dose de vida, que faz as suas capacidades cerebrais evoluírem a um ritmo galopante. O seu criador leva-a numa fantástica viagem durante longos meses. Quando regressa, vê-a aceitar o pedido de casamento do seu amigo, o que o deixa exasperado. Mas também aqui não se acaba a história. A jovem foge com um advogado malandro, explora as sensualidades do "casamento", visita casas de jogo, trabalha com entusiasmo num bordel de Paris e acaba por encontrar um evangelista americano e um cínico colonialista britânico, que se apaixona por ela – aliás, caírem de amores por ela parece ser um mal comum a todos os homens que a conhecem. Afinal, a sua personalidade singular é nada menos do que desarmante, sobretudo na Escócia da época vitoriana, marcada pelo conservadorismo. Em camadas de horror gótico, ficção científica e comédia, esta história é um deleite.
Plataforma: Disney +



Entre as paredes do Grave, o orfanato onde Nica e Rigel cresceram, habita uma lenda: a do Ferreiro das Lágrimas, um misterioso artesão, aterrador e com olhos claros como vidro, que forja todos os medos e ansiedades que habitam o coração das pessoas.
Mas, aos dezassete anos, chegou o momento de deixarem os contos de fadas para trás e encontrarem a coragem de aceitar essa força que os separa e une ao mesmo tempo, que se chama amor. Mas eis que, aos 17 anos, Nica é adotada pelo casal Milligan juntamente com… Rigel, um órfão inquieto e misterioso e a última pessoa que Nica desejaria como irmão adotivo. Ela, que sempre sobreviveu indo buscar forças a um universo de contos de fadas, parecer estar prestes a entrar no seu próprio conto, mas este é muito mais sombrio do que poderia imaginar. É que a aparência angelical de Rigel contrasta com o seu temperamento problemático e misterioso. Poderá ele ser o Fabricante de Lágrimas? Corajosa e doce, Nica não vai desistir dos seus sonhos, nem que para isso tenha de enfrentar os seus piores pesadelos…
Plataforma: Netflix



O livro que acaba de chegar às estantes das nossas livrarias. A série televisiva estreou no ano passado e fez suspirar muitos corações.
Depois de perder os pais e a irmã num trágico acidente, Jackie, de 15 anos, é forçada a deixar a sua vida privilegiada em Manhattan e a ir viver com os Walters, uma família numerosa e turbulenta na zona rural do Colorado. Entre os 11 filhos do simpático casal que a acolhe, há dois que são mesmo lindos de morrer – um moreno, e um loiro, para que não haja dúvidas nem falta de escolha. Ela, que sempre foi a menina perfeita, vai ter de se adaptar à mudança e à vida no campo. As montanhas do Colorado podem não ter o glow de Nova Iorque, mas o que não falta por lá são emoções e muitas, muitas distrações. Estava-se mesmo a ver, não estava? A rapariga acaba por se ver envolvida num triângulo amoroso com aqueles dois irresistíveis irmãos Walter. E agora? Quem vai ela escolher?
Plataforma: Netflix


Filme "Ehrengard - A Ninfa do Lago"



Era uma vez, num reino que só existe no mundo da fantasia, Cazotte, um jovem que reclama ser perito nas artes do amor, que é contratado pela grã-duquesa para a ajudar a assegurar um herdeiro. Enquanto procura uma futura princesa adequada, Cazotte ensina ao tímido e introvertido príncipe herdeiro a arte da sedução. Mas o seu plano sofre um duro revés, quando um herdeiro é concebido fora do casamento e a família real tem de procurar refúgio no castelo de Rosenbad. Aqui, o próprio Cazotte cai em devaneios ao observar a bela Ehrengard. E, sendo um sedutor com experiência, o artista dará mostras de uma paciência infinita com o propósito de desvendar os mistérios de Ehrengard. Mas a bela ninfa não cederá facilmente aos galanteios do apaixonado.

Esta é, em linhas gerais, a trama de Ehrengard - a ninfa do lago, obra da dinamarquesa Karen Blixen (1885-1962), autora de A Festa de Babette (1955) ou de África Minha (1937), que tem várias estrelas entre a equipa, a começar pela própria monarca dinamarquesa que será responsável pelo desenho de cenário.


Desde a década de 1970, a rainha tem estado ligada a vários modos de expressão artística — pintura, têxteis de igreja, aguarelas, gravuras, ilustrações de livros, trabalhos de decupagem, cenografia e bordados —, sendo membro honorário da Associação de Cenógrafos Dinamarqueses pelos seus muitos anos de trabalho em filmes, televisão e teatro. No entanto, este último convite parece ter um gosto particular. “As histórias de Karen Blixen sempre me fascinaram, com os seus contos estéticos, a sua imaginação e os seus mundos criadores de imagens”, confessou Margarida II, citada em comunicado.
A rainha diz mesmo que “pode-se sentir que a autora era uma artista visual tal como Hans Christian Andersen”. Já sobre a personagem que dá nome ao filme, Margarida II considera-a “uma das intrigantes personagens femininas de Karen Blixen e uma das poucas cuja história termina de forma alegre”. “As intrigas tecem-se umas dentro das outras, e Blixen gira à volta das personagens até que nós (e elas) fiquemos completamente sem problemas.”
Sobre o seu trabalho, a monarca revelou ter tentado “interpretar o universo fantástico de Blixen na criação das decorações e figurinos”. “Estou ansiosa por ver a história de Ehrengard ganhar vida neste filme.”




📌 Podemos ler uma notícia completa sobre o filme aqui no Jornal Público e um artigo na revista Variety

📌 Também é possível comprar o livro em português, assim como mais obras desta escritora dinamarquesa.


Série "Um Conto Perfeito" [NETFLIX]

 


Trata-se de uma adaptação do livro lançado em 2020 pela autora espanhola Elísabet Benavent. A obra da escritora de 39 anos, habituada a vender milhões de exemplares, é um romance juvenil que se centra em duas personagens: Margot (Anna Castillo) e David (Álvaro Mel).

Ela tem 32 anos e nasceu no seio de uma família milionária, dona de um império hoteleiro. O peso do nome faz com que carregue a pesada herança de cumprir o seu destino ao leme da empresa. Apesar de humilde, acabou por nunca se desviar do seu destino, até que um ataque de pânico no dia casamento a faz finalmente ceder à pressão — e escapar a tudo o que lhe era imposto.

Acaba por se cruzar com o jovem de 28 anos que vive uma vida completamente oposta à sua. Em dificuldades financeiras, David dorme em casa de uns amigos, na ressaca do final de um relacionamento.

É a partir deste encontro que se lança a história entre as duas personagens, que se ajudam mutuamente com o objetivo de encontrarem o seu rumo — e pelo caminho deixarem para trás ex-amores e velhos problemas. A história é contada em apenas cinco episódios, apoiada por um elenco com nomes como Ingrid García Jonsson, Ana Belén e Elena Irureta.


»» Ler notícia completa aqui no site NIT ««


Capa do Livro




Série "Eu e os Rapazes da Família Walter" [NETFLIX]

 



Acabei de ver esta série muito levezinha e cheia de "good vibes" sobre uma família numerosa onde o amor é o principal ingrediente.
A trama central é o triângulo amoroso, obviamente, e que eu achei muito bem representado. Mas também surgem outros temas pertinentes, como por exemplo a conciliação entre vida pessoal e trabalho; o auto-respeito; a desorientação vocacional...
Foi bom voltar a ver a atriz Sarah Rafferty depois da série Suits, pois transmite tanta calma e serenidade, ao mesmo tempo elegância e sabedoria 🙂.


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Baseado no livro de 2014 com o mesmo nome, escrito por Ali Novak, este trabalho foi originalmente partilhado na Wattpad, um site que permite à sua comunidade publicar contos e romances de forma gratuita, para que os outros membros os possam ler. Criado em 2006, contava em 2021 com 90 milhões de utilizadores ativos. Ou seja, são muitas histórias para acompanhar. Não é a primeira vez que uma série baseada em livros publicados nesta plataforma chega à Netflix. Sucessos como “The Kissing Booth” ou “After” valeram contratos lucrativos para as autoras, Beth Reekles e Anna Todd, respetivamente.
“Eu e os Rapazes da Família Walter” conta a história da adolescente Jackie Howard (Nikki Rodriguez) que, após perder a família num acidente trágico, tem de deixar a vida privilegiada em Manhattan, Nova Iorque, para trás, e mudar-se para o interior do Colorado para estar com a guardiã legal, Katherine (Sarah Rafferty), a melhor amiga da mãe. A veterinária está a criar 10 crianças com o marido, George (Marc Blucas), e acolhe Jackie na sua casa, tentando adaptá-la ao novo lar rural e caótico. No entanto, a jovem está determinada a continuar a lutar pelo seu maior sonho: entrar na universidade de Princeton.


Livro


👉 Ler mais infos aqui:

NETFLIX Série: "Um Dia"

 


Acabei de ver esta série baseada num dos meus livros favoritos: "Um Dia" de David Nicholls.
O comentário ao livro e ao filme podem ser lidos no meu antigo blogue aqui.
Quanto a esta nova adaptação, fiquei contente, sobretudo, por não estragarem o fator surpresa. Ao contrário do filme, a série começa tal e qual como no livro, não alterando a ordem das cenas e dos acontecimentos. 👏
O meu conselho é ver um episódio por dia, com calma, para ir degustando. É importante o espetador ter a noção da passagem do tempo, dos anos, e de tudo o que isso implica (envelhecimento das personagens, mudanças tecnológicas e alterações de moda e do estilo de vida em geral). Se os episódios forem visualizados de rajada, essa noção da passagem do tempo pode ficar comprometida. 

Para mais informações, ler os artigos na revista MAGG e no Site NIT.


NETFLIX Série "A Grande Ilusão"


A Netflix começou o ano da melhor maneira com a estreia de “A Grande Ilusão”, a 1 de janeiro.
A produção acompanha Maya Stern, uma mulher profundamente abalada pelo brutal homicídio do marido, Joe, interpretado por Richard Armitage. Tudo muda quando a protagonista decide instalar uma câmara em casa para vigiar a filha e apanha o choque da sua vida: avista uma figura que acredita ser o seu marido, que julgava estar morto, a andar pela casa. A partir daí, envolve-se numa rede de mentiras e conspirações para tentar descobrir o que está a acontecer. Além das suas próprias investigações, ainda tem que lidar com as desconfianças da sogra.
Com oito episódios, cada um com uma hora de duração, a minissérie é descrita como “uma montanha-russa emocional cheia de suspense, segredos e revelações surpreendentes”. Sim, concordo totalmente 😅
“A Grande Ilusão” é baseada no thriller policial “Tell No One”, de Harlan Coben, autor norte-americano, publicado em 2016. 






Capa do livro editado Presença


 

Capa do livro com edição especial da série


Filme "Penguin Bloom - O Renascer"

 


Drama realizado pelo australiano Glendyn Ivin que adapta ao cinema a obra de Cameron Bloom e Bradley Trevor Greive onde contam a história da sua família.
Sam fica paralisada da cintura para baixo depois de um acidente. Sem conseguir aceitar a sua nova condição, entra em depressão e afasta-se cada vez mais da família. Um dia, o filho encontra uma cria de pega-rabuda ferida, decidem cuidar dela e dar-lhe o nome de Penguin. A ave, mesmo depois de recuperada, fica por ali, dando um novo alento a toda a família - sobretudo a Sam, que parece aprender com a ave uma nova forma de ser feliz.

Ler artigo super interessante da revista Time «The True Story Behind the New Netflix Film Penguin Bloom» 👈


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Vi este filme ontem, domingo, e gostei... apesar de ser muito emotivo. Em Portugal existe o livro na língua original.



"Toda a luz que não podemos ver" (Minissérie) - Netflix

 



Acabei de ver esta minissérie e ainda estou arrepiada! Mais uma vez a temática faz o meu género. Tem atores muito bons que fazem parte do elenco e são conhecidos pelo público em geral. Mas nunca tinha visto uma atriz cega como personagem principal, e pelos vistos Aria Mia Loberti e Nell Sutton também não - ambas interpretaram Marie-Laure LeBlanc 😍.
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A onda de entusiasmo é palpável em relação a esta minissérie que é a mais recente aposta da Netflix, tendo chegado ao catálogo da plataforma dia 2 de novembro – e desde a sua estreia que não se fala de outra coisa, tendo até conquistado a liderança do top diário do serviço de streaming em 67 países, incluindo Portugal.
"Toda a luz que não podemos ver" foi adaptada do romance de Anthony Doerr, vencedor de um Pulitzer, realizada por Shawn Levy e com argumento de Steven Knight. E só tem quatro episódios. »»Ler artigo completo aqui na MAGG«« 



Capa do livro publicado em Portugal


"Anatomia de um escândalo" (série) - Netflix

 



Esta minissérie de seis episódios da Netflix estreou a 15 de abril de 2022. O thriller psicológico e drama judicial desenvolve-se por entre os escândalos pessoais e políticos da elite britânica, num mundo onde a verdade se esconde entre a justiça e o privilégio. 
James e Sophie Whitehouse vivem num mundo feliz e elitista. Ministro no parlamento e pai de família em casa, a ascensão política de James parece imparável, até que um escândalo secreto do seu passado vem à tona.
A advogada Kate Woodcroft, também com uma reputação impecável, é a procuradora encarregada do caso e o rumo da sua investigação ameaça atacar duramente o Parlamento, o seu casamento e até mesmo a sua autoestima.

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Por curiosidade, numa entrevista à revista “Elle”, a atriz Sienna Miller (Sophie Whitehouse) admitiu que interpretar o papel de esposa traída lhe trouxe, inevitavelmente, lembranças da sua experiência pessoal. 👉 Continuar a ler o artigo completo aqui no site NIT.





"Histórias de São Francisco" (série) - Netflix


Histórias de São Francisco ("Tales of the City") é um drama da Netflix que acompanha Mary Ann, uma mulher com a famosa crise de meia-idade, que decide voltar à cidade de São Francisco. Lá, ela reencontra a filha e o seu ex-marido, vinte anos depois de ter deixado tudo para correr atrás da sua carreira. Agora, ela vai precisar de se acostumar com a nova vida que levam os novos moradores daquela cidade.
A produção é baseada na aclamada série de livros Tales of the City, do americano Armistead Maupin. A princípio, a história era publicada em formato de folhetim no jornal San Francisco Chronicle, mas fez tanto sucesso foi publicada em formato de livro. Ao todo, a coleção totaliza nove volumes publicados entre 1978 e 2014. É considerado um dos primeiros relatos literários da geração que vivenciou a epidemia do vírus do HIV e da SIDA.



"A probabilidade estatística do amor à primeira vista" (filme)

Acabei de ver este filme super giro com uma banda sonora lindíssima 😍"A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista" baseia-se na obra homónima de Jennifer E. Smith publicada há 10 anos!


O novo filme da Netflix estreou no sábado, 16 de setembro, e é atualmente o mais visto em todo o mundo — em Portugal lidera também o ranking no primeiro posto. O livro foi bem-sucedido e bastante elogiado. E quase de imediato que os direitos para a produção de um filme foram garantidos, apesar de ter sido necessário esperar uma década até à aguardada estreia.





Capa do Livro




"Viver até aos 100: os segredos das zonas azuis" - [Documentário]

 


Aos 63 anos, Dan Buettner é um dos autores e exploradores mais bem-sucedidos nos EUA. Desde 2003 que investiga aquilo a que chama zonas azuis, zonas do planeta onde as populações atingem idades médias mais elevadas, isto é, vivem muito mais anos do que todas as outras. São cinco os locais que Buettner destaca: Okinawa, no Japão; Sardenha, em Itália; Nicoya, na Costa Rica; Ikaria, na Grécia; e Loma, no estado norte-americano da Califórnia. Em quarto partes, o autor viaja e dá a conhecer não só alguns dos habitantes com também os seus hábitos que, suspeita, deverão influenciar esta longevidade fora do comum. Muitos deles vivem habitualmente bem para lá dos cem anos.


Dan Buettner primeiramente lançou um livro, que também se pode comprar: